Parkour
O parkour foi
criado na França, em Sarcelles, Lisses and Evry por David Belle.
Uma atividade física difícil
de categorizar, é uma arte ou disciplina que
assemelha-se a auto-defesa nas artes
marciais.
Assim, o praticante tem como
princípio mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível,
usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a
superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante, — desde galhos
e pedras até grades e paredes de concreto — pode ser praticado em áreas rurais
e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e
mulheres como traceuses..
Uma importante característica desta disciplina é sua eficiência. O indivíduo não só
se move o mais rápido que puder, mas da maneira energeticamente mais econômica
e o mais diretamente possível. Eficiência também envolve evitar ferimentos em
curto e longo prazo, o que explica o lema não oficial être et durer (ser e durar).
Flash Mob
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
Videos que exemplificam tal prática:
Flâneur
Charles Boudelere desenvolveu um
significado para Flaneur de “uma pessoa que anda pela cidade a fim de
experimenta- la”. Devido à duração da utilização e teorização por Baudelere e inúmeros
pensadores em termos econômicos, culturais,
literários e históricos, a ideia do flâneur tem acumulado importante
significado como referencia para compreender fenômenos urbanos e a modernidade.
A percepção do flaneur parece se dar
diante daquilo que é transitório na cidade, mas ele não simplesmente lamenta-
se a respeito da transitoriedade, ele se alimenta dela e formula uma espécie de
abrigo no ventre da caótica urbanidade, tecendo uma narrativa dos atrativos da
cidade, numa espécie de reconhecimento do apelo erótico das coisas e pessoas no
contexto dos desencontros modernos. O flâneur atende, inicialmente, a uma
necessidade individual burguesa de sobrepor- se à aristocracia e irá tornar- se
um instrumento das próprias massas, devido ao protagonismo das mesmas no gênero
inaugurado pelo observador da cidade.
Deriva
A teoria da deriva é um dos
trabalhos de autoria do pensador Guy Deborad. É um procedimento de estudo
psicogeográfico. Partindo de um lugar aleatório e comum à pessoa ou grupo
praticante, a deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios
caminhos. A construção de um mapa do circuito traçado, com anotações que indicam
as motivações pelas quais foi percorrido determinado traçado, é importante
nessa prática. Assim, essa teoria auxilia
ao praticante pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem por
determinados caminhos e espaços. Apesar de serem inúmeros os procedimentos de
deriva, ela tem como fim único transformar o urbanismo, a arquitetura e a
cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade
será um total.
Rolezinho
Rolezinho é um neologismo para
definir um tipo de coordenação de encontros simultâneos de centenas de pessoas
em locais como praças e parques públicos e shoppings. Os
encontros são marcados pela internet, quase sempre por meio de redes
sociais como o Facebook.
O rolezinho em shoppings
center é um tipo de flash mob que
envolve coordenar encontros nesses locais entre centenas ou milhares de jovens. O
fenômeno tem ocorrido principalmente em São Paulo, mas já houve encontros semelhantes
em Guarulhos e Campinas. Há
registros também de rolezinhos em parques.
Os rolezinhos vêm
ganhando destaque no noticiário brasileiro devido
a supostos delitos cometidos por alguns participantes, como tumultos, furtos e
agressões. Por outro lado, o fenômeno é analisado por sociólogos e professores de ensino
superior como sendo um "apartheid"
social que denuncia a desigualdade social e racial no
país.


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